- Porque existes tu?! Para que serves? Iludes as pessoas, destróis a verdade. A minha verdade! Mas porque que existes? Ser preverso, inundo. Brincas com as pessoas. Tu não existes, então porque que inisistes? Porque que insistes nesse teu jogo? Não vês que nunca me irás ganhar? Sabes porque....Ilusão? PORQUE TU NÃO EXISTES! Eu sim! existo. Eu sou a verdade! Eu sou o ínicio e o fim. Tu não és nada. Não passas de.... Uma ilusão, Ilusão. Não passas do teu nome. Não passas disso. Só um nome. Como tantos outros, existentes num Universo ínfinito. Não prestas. Não serves para nada. Nem o teu próprio nome consegues honrar. Não tens vergonha dessa tua farsa? Dessa farsa que tu própria criaste? Caíste na tua própria teia. Ah! Que "algo" tão miserável! - Diz a Realidade para a Ilusão, com voz sarcástica, irónica, superior. E, sobretudo... Azeda e amarga, como um limão já à muito apodrecido pelo tempo. Voz essa que apenas transmite angústia, dor, crueldade. Voz pertencente a algo triste e orgulhoso. Algo... Apenas algo.
- Para que que sirvo eu, Realidade? Sirvo para sarar as feridas que tu deixas no homen. Sirvo para acalmar, sirvo para honrar. Sirvo para chegar a um coração de pedra e sirvo para partir essa mesma pedra, que tu, Realidade, trataste de esculpir. Ilusão é o meu nome. Sirvo para Iludir. E tu, Realidade? Serves para matar? Serves para ferir? O amor é ilusão, a felicidade é ilusão, a tristeza é ilusão. O que é a realidade, Realidade? O que sentes? Não. O que vês? Sim. O amor não se vê, a felicidade não se vê, a tristeza não se vê. Tudo se sente, tudo é ilusão. A morte e o nascimento são os únicos momentos das nossas vidas, que nós sabemos serem reais. E por isso, eu existo. Eu não existo desde sempre, como tu, eu sou uma miragem que o humano teve necessidadede criar, para suportar a tua violência. Para sarar as tuas feridas. Para amolecer a pedra dura. Eu sou uma necessidade que o ser humano teve de criar para sobreviver na tua realidade. Eu não me criei. Simplesmente fui criada.
- Vós sois como a lua e como sol. Estando tão perto, estão demasiado longe. Vivem no mesmo mundo, mas são incompativeis demais, paralelas demais. Não vêm que voçês reinam no mesmo mundo. Mas estão cegos demais. Não percebem que são duas partículas do mesmo corpo. E isso... Arruinou-vos.
Dito isto, Ilusão e Realidade olham para trás, surpreendidos com a pequena e doce voz. Era a Inocência.
A inocência de um mundo, em que a dor e a infelicidade reinam. A inocência, que em tempos reinava esse mesmo reino. Inocência essa, que se perdera, com as falsidades e invejas da realidade, e das ilusões cegas, mudas e inexistentes que o humano criara para sobreviver na selva, chamada de vida e morte: A Realidade.
terça-feira, 18 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
Palavras pensadas, sentidas e escritas. Para ti, amor@
Quero sentir-te comigo, quero perder-me contigo.
Não quero pensar no amanhã, simplesmente quero aproveitar todos os dias contigo. És uma benção para mim.
Não sou duas pessoas, apenas uma.
Sou a mesma pessoa quando tou e não estou contigo.
Custa quando dizes que não te quero, custa quando dizes que não gosto de ti, custa quando te sinto distante.
Custa querer beijar-te e não poder, custa querer tocar-te e não conseguir alcançar-te.
Só quero estar contigo e perder-me num abraço, num toque, num gesto, numa palavra.
Dizer o quanto gosto de ti e o quanto és importante para mim.
Foste uma luz que espreitou e entrou lentamente debaixo da porta trancada no meu quarto escuro.
Sem saberes, ajudaste-me a levantar. Sei que nunca o percebeste.
És mais importante do que pensas e acreditas ser.
Confia em mim. Acredita em mim.
És o meu sol.
A minha noite.
Tens tantas facetas como a lua as tem.
Já as conheço.
Largar-te a mão custa tanto como virar-te as costas e dizer-te "adeus, até para a semana".
Sussuro ao teu ouvido o quanto gosto de ti mas temo que não acredites.
És o meu menino, o meu gnomo.
Gosto tanto de ti, amor. Não me esqueças amanhã, não me digas adeus.
Leva-me contigo, deixa-me proteger-te, deixa-me acolher-te no meu coração, deixa-me preservar o teu cheiro, deixa-me recordar-te e guardar a tua memória em mim. Gosto tanto de ti, sol.
Não te esqueças disso. Independentemente da distância que nos separa e dos obstáculos na nossa história, não te esqueças de mim, não esqueças que gosto de ti e que sou tua. Apenas tua.
Gnomo (L)
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Arranca-as! A todas

Quantas máscaras terá a tua feição?
Quantas máscaras terá o teu coração?
De que te queres esconder afinal?
Arranca isso de de ti, não precisas de te esconder mais não.
Mantém longe essas máscaras de ti,
sê simplesmente tu.
Não tenhas medo de derramar essas lágrimas congeladas,
não tenhas medo de sorrir e mostrar
a todo o mundo, que consegues ser melhor
do que aquilo que realmente pensam.
Não tenhas medo de desafiar o mundo.
Sem máscaras.
Não troques o teu sorriso por mais nenhum.
Não troques os teus olhos por mais nada.
Não troques o que realmente sentes, por outras coisas.
Não mascáres o amor com a indiferença,
as lágrimas por falsos sorrisos,
Simplesmente, arranca essa máscara de mentiras e falsidades,
não interessa que ela de tanto ser usada,
já esteja agarrada à tua carne, viva e crua.
Arranca-a! Com todas as forças que em ti conteres.
E, depois, sê feliz.
Tão simples como a música,
tão simples como o ronronar de um gatinho,
a dormir, serenamente, depois das mil maldades que já lhe fizeram.
Sem máscaras...
'Léqzia Céssariny
domingo, 4 de abril de 2010
Adrenalina do desejo para voar e libertar-se?
Adrenalina, adrenalina.
Já naão consigo parar.
Adrenalina, adrenalina.
Onde vou eu parar?
Mas onde estou?
De onde vim?
Para onde vou?
Adrenalina, adrenalina.
Só quero sentir!
Mas abafa esse som, está demasiado alto!
Mas eu só o quero sentir.
Mete mais alto!
Mais alto!
Quando é que vai parar?!
Não quer parar!
Para por favor! Não estou a aguentar!
Adrenalina, adrenalina.
Sentir, sentir,
ver o que nao à para ver,
querer sentir o que nao à para sentir.
Só querer o impossível.
Só querer o que não existe.
Adrenalina, adrenalina.
Está a crescer,
vai arrebentar.
Que explosão dentro de mim tão grande!
Quero voar! Quero ser livre!
Adrenalina, adrenalina.
Aquilo é uma janela?!
Adrenalina, adrenalina!
Não! É um portal?!
Adrenalina a crescer...
Adrenalina, adrenalina!
É lindo, tão mágico e brilhante.
Adrenalina, adrenalina, adrenalina...
É desta que vou voar?!
ADRENALINA, ADRENALINA!
É agora!
Vou voar!
Vou ser livre!
ADRENALINA! Pum, pum, pum!
O batimento está tão forte. Estou mesmo a voar!
Adrenalina, adrenalina.
Adrenalina que foi fatal.
O batimento cessa, a respiração perde-se.
Para onde foi toda a adrenalina?
Porque que tudo morreu?
Eu apenas voei...
You're lost little girl.
Já naão consigo parar.
Adrenalina, adrenalina.
Onde vou eu parar?
Mas onde estou?
De onde vim?
Para onde vou?
Adrenalina, adrenalina.
Só quero sentir!
Mas abafa esse som, está demasiado alto!
Mas eu só o quero sentir.
Mete mais alto!
Mais alto!
Quando é que vai parar?!
Não quer parar!
Para por favor! Não estou a aguentar!
Adrenalina, adrenalina.
Sentir, sentir,
ver o que nao à para ver,
querer sentir o que nao à para sentir.
Só querer o impossível.
Só querer o que não existe.
Adrenalina, adrenalina.
Está a crescer,
vai arrebentar.
Que explosão dentro de mim tão grande!
Quero voar! Quero ser livre!
Adrenalina, adrenalina.
Aquilo é uma janela?!
Adrenalina, adrenalina!
Não! É um portal?!
Adrenalina a crescer...
Adrenalina, adrenalina!
É lindo, tão mágico e brilhante.
Adrenalina, adrenalina, adrenalina...
É desta que vou voar?!
ADRENALINA, ADRENALINA!
É agora!
Vou voar!
Vou ser livre!
ADRENALINA! Pum, pum, pum!
O batimento está tão forte. Estou mesmo a voar!
Adrenalina, adrenalina.
Adrenalina que foi fatal.
O batimento cessa, a respiração perde-se.
Para onde foi toda a adrenalina?
Porque que tudo morreu?
Eu apenas voei...
You're lost little girl.
whatever, não sei
Ora sinto-te comigo,
ora sinto-te bem distante.
Umas vezes, sei que estás comigo,
outras vezes, sei que estás muito longe,
demasiado longe.
Podia falar de tantas pessoas nas minhas escritas e desabafos,
mas não sei com quem os identificar.
Parece que está tudo igual, tudo no mesmo plano.
Tudo perdido e abafado, como o berro na almofada.
Tudo interligado.
Como as células do nosso corpo estáo ligadas entre si, fazendo um só corpo,
assim sinto toda a gente.
Como um só corpo.
ora sinto-te bem distante.
Umas vezes, sei que estás comigo,
outras vezes, sei que estás muito longe,
demasiado longe.
Podia falar de tantas pessoas nas minhas escritas e desabafos,
mas não sei com quem os identificar.
Parece que está tudo igual, tudo no mesmo plano.
Tudo perdido e abafado, como o berro na almofada.
Tudo interligado.
Como as células do nosso corpo estáo ligadas entre si, fazendo um só corpo,
assim sinto toda a gente.
Como um só corpo.
sábado, 6 de março de 2010
Fascínio
Beleza tão natural, tão simples e ideal,
beleza sem ter nada
simplesmente, tão natural.
Como a natureza descalça
ela caminha entre as ruas,
as ruas de lisboa
o seu humilde e tão simples lar
O seu humilde e tão sedutor sorriso
os seus gestos tão brutos mas tão certos
as suas palavras tão sábias, que nem um sábio,
apesar de não ter mais de 20 anos.
Olhos tão vincados pelo tempo de rua
Olhos tão verdes e límpidos
Olhos esses, que eu sei que vou rever
Olhos esses que marcaram o meu ser
Fiquei com medo de me perder
no teu sorriso e palavras
mas sei que me quererei perder
na próxima vez que te rever.
beleza sem ter nada
simplesmente, tão natural.
Como a natureza descalça
ela caminha entre as ruas,
as ruas de lisboa
o seu humilde e tão simples lar
O seu humilde e tão sedutor sorriso
os seus gestos tão brutos mas tão certos
as suas palavras tão sábias, que nem um sábio,
apesar de não ter mais de 20 anos.
Olhos tão vincados pelo tempo de rua
Olhos tão verdes e límpidos
Olhos esses, que eu sei que vou rever
Olhos esses que marcaram o meu ser
Fiquei com medo de me perder
no teu sorriso e palavras
mas sei que me quererei perder
na próxima vez que te rever.
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